
Este é um lugar onde meu coração pode expressar-se livremente. Um refúgio para as horas em que gosto de estar comigo mesma para compor e armazenar meus versos, que são uma forma de transcender e sonhar, de fugir do duro cotidiano. Sonhar...até onde os limites da minha imaginação deixar.
1 de março de 2006
Quimera

27 de fevereiro de 2006
Carnaval

E cá estamos, é mais um carnaval
De Pierrots e Colombinas no salão
Meninos pobres no farol com pés no chão
Vão desfilando as tristezas na avenida
Mostrando o luxo e a riqueza das escolas
Porque a vida já chegou no seu limite
A realidade é insúportável, de tão triste
POEMA QUÂNTICO

Medo

Me invadindo a boca com tua lingua doce
Perscrutando sem pudor todo o meu ser
Despertando em mim essa vadia
Essa louca desvairada em pleno dia
Que te assanha e te devora em ondas
E te lanha as costas de prazer
Que essa coisa de paixão é uma fria
25 de fevereiro de 2006
Dias e Dias

17 de fevereiro de 2006

Ignorância
16 de fevereiro de 2006

7 de fevereiro de 2006
The end

Prisioneira

5 de fevereiro de 2006
Desenlace
Lembrança
Fui!
Vale à pena?
Coração Louco Varrido
Insanidade Temporária
3 de fevereiro de 2006
Dói mas é bom

24 de janeiro de 2006
Sabendo lembrar

Ah como eu queria caminhar entre as lembranças...
Busca
Onde sombras não entram
Onde lamúrias não têm éco
Onde tristeza passou, mas não ficou
Onde há clamor por justiça
Onde há vontade de ser melhor
Onde borboletas pousam serenas
Onde coisas de amor, guardo de cór
Há um lugar neste coração
Onde a paz fez sua pousada
Onde o medo não tem morada
Onde a onda quebrou silenciosa
Onde o vento não assobiou
Onde o sol brilha noite e dia
Onde impera o amor
Existe um lugar neste coração
Que eu procuro sem cessar
Eu sei que o caminho é longo
Que a trilha é incerta
Mas persisto nesse buscar
De peito e alma aberta
Nem que seja a última coisa
A ser feita neste mundo
Encontrarei a estrada
21 de janeiro de 2006
Candeeiro

Peregrina

20 de janeiro de 2006
Agora é tarde

18 de janeiro de 2006

Meu Deus, me dê a coragem
Meu Deus, me dê a coragemde viver trezentos e sessenta e cinco dias e noites,
Canção da falsa adormecida - Lya Luft

16 de janeiro de 2006
Serena Dor

Procura

Autora: Re...Elizabeth
A quem quiser me achar...Busque-me em meio às estrelas
13 de janeiro de 2006
Prá sempre

10 de janeiro de 2006
Olhos

9 de janeiro de 2006
Poeminha meu

Porta-jóias

O coração tem um lugar secreto
Onde se guardam lembranças e emoções
É como se fosse uma delicada caixinha
Dessas que só de olhar, dá vontade de abrir
Bordada de conchinhas e pedrinhas
Misteriosamente encantadoras
Como baús que ocultam tesouros
Que por anos, talvez séculos
Permaneçam intactos no fundo do mar.
Meu coração é assim
Uma caixinha dourada
Cuidadosamente guardada
Pela importância do que lá existe.
É nela, nesta caixinha preciosa
Onde estão as minhas emoções mais queridas
As mais antigas, as bem vividas
Aquelas que não podem ser esquecidas.
Sei que muitas ainda estão por vir,
E lá serão guardadas com carinho.
E quando delas precisar,
No tempo de recordar,
Eu a abrirei com certa ânsia infantil
E deixarei novamente brotar
Cada momento de paixão e alegria
Que me trará de volta a sensação
De imaginar que fui feliz um dia.
5 de janeiro de 2006
QUANDO CHEGARES...( Poesia de JG de Araujo Jorge - extraído do livroDe mãos dadas- 2a edição 1966 )
Não sei se voltarás, sei que te espero.
Chegues quando chegares, ainda estarei de pé, mesmo sem dia,mesmo que seja noite, ainda estarei de pé.
A gente sempre fica acordado nessa agonia, à espera de um amor que acabou sendo fé...
Chegues quando chegares, se houver tempo, colheremos ainda frutos, como ontem,a sós; se for tarde demais, nos deitaremos à sombra e perguntaremos por nós...
4 de janeiro de 2006

Sei que a vida é curta
Que muitas vezes quando começamos a
aprender as manhas,
É chegada a hora de partir.
Então quero celebrar cada minuto,
Entrar de cabeça em cada novo projeto,
Construir minha paz interior,
Para que o caos não me tire a lucidez e
o equilíbrio.
Eu quero viver o amor, crescer o amor,
cuidar o amor.
Pegar no colo um sentimento recém nascido
E criá-lo, mimá-lo, adorá-lo, educá-lo como
a uma criança.
Não importa o objeto desse amor
Eu quero amar.
E amando, quero aprender a não precisar
ter amor em troca.
Eu quero amar, e que esse amor seja completamente
incondicional.
Amar pelo amor somente.
Amor semente.
Amor.
Quem sabe assim eu consiga preencher o vazio
que foi ficando no caminho.
Leila Abreu/2006






