
Quando pressinto que vens
Com olhos de me querer
Com gana de me morder
Com desejo de lamber
Este corpo meu, que é teu
Começo a assanhar
A mulher que me habita
Que te lanha com prazer
Que não teme se entregar
E a paixão nos entumece
Nos domina e enlouquece
Nos deixa assim desregrados
Nesse balé tão gostoso
Que conduz o nosso corpo
Aos sons incontidos do gôzo
Leila Abreu/2006
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