2 de junho de 2006

Meus Versos



Escrever é o que me resta
Assim sem rumo, sem aresta
Simplesmente desenhando
Sentimentos, emoções
Palavras que vêm de dentro
Jorradas sobre o papel
É o sentido de uma vida
É o meu sonho, meu céu
Quando escrevo, não me importa
O que os outros vão pensar
Escrever me alivia a alma
É catarse, é tempestade
É fuga da dor infinda
Da ferida da saudade
Saudade de um tempo bom
Que já passou ou que vai vir
É algo que está cá dentro
Incomodando meu viver
A cura, só existe uma
Sentar, suspirar, escrever.

Leila Abreu/2006

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