3 de maio de 2006

Poemas


Poemas são como espelhos
Que refletem o coração e
os sentimentos da alma,
Todos os tons da emoção.
Quando escrevo um poema
É como se descortinasse
As janelas do meu peito
E todo meu eu, mostrasse.
Poemas são instrumentos
De tortura ou de prazer
Pois quando entram em cena
Escancaram meu viver.
Poemas são cantilenas
Às vezes, rock paulera
E tanto podem ninar
Como com a calma acabar
Os poemas da minha vida
Dizem sempre quem sou eu
Um tanto quanto esquisita
Flor de Lis dos sonhos teus
Leila Abreu/2006

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