
Quando eu soltar os grilhões
Que me impedem te alcançar
Verás então esta louca
Que insisto em te ocultar
Verás que ela não tem freio
Nem pudor, nem piedade
Verás o que nunca vistes
Este corpo, esta gazela
Nâo conhece saciedade
Talvez goste, talvez não
Ela é total devaneio
Ela é o fim, é o meio
É a busca e o encontro
É a falta, a fartura
É o prazer e o encanto
Tire o véo, puxe este manto.
Se não for do teu agrado
Não precisa se prender
Feche a porta, cerre os olhos
Tranque a mente e o coração
Ela não o chamará de volta
Nâo implora compaixão.
Talvez ela chore sozinha
Afinal, é uma mulher
Depois seguirá cantando
Outros encantos buscando
Outros mares a explorar
Bocas, olhos, pêlos, pele
E a volúpia de sempre
Afinal, peculiar.
Leila Abreu/2005
Que me impedem te alcançar
Verás então esta louca
Que insisto em te ocultar
Verás que ela não tem freio
Nem pudor, nem piedade
Verás o que nunca vistes
Este corpo, esta gazela
Nâo conhece saciedade
Talvez goste, talvez não
Ela é total devaneio
Ela é o fim, é o meio
É a busca e o encontro
É a falta, a fartura
É o prazer e o encanto
Tire o véo, puxe este manto.
Se não for do teu agrado
Não precisa se prender
Feche a porta, cerre os olhos
Tranque a mente e o coração
Ela não o chamará de volta
Nâo implora compaixão.
Talvez ela chore sozinha
Afinal, é uma mulher
Depois seguirá cantando
Outros encantos buscando
Outros mares a explorar
Bocas, olhos, pêlos, pele
E a volúpia de sempre
Afinal, peculiar.
Leila Abreu/2005
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