
A lua por testemunha
Sempre calma a assistir
As histórias da minha vida
As loucuras que vivi
Quem sabe um dia, a lua
Fidalga a me julgar
Possa dar um testemunho
De quanto me viu chorar
Por amores, por mazelas
Firulas do meu viver
Coisas que somente ela
Poderia descrever
São pequenos segredinhos
Guardados com emoção
Pela minha amiga Lua
Sobre este meu coração
Só a ela eu relatei
Quem poderia entender?
Detalhes da minha vida
Poemas estilhaçados
Que agora, eu tento em vão
Juntar prá sobreviver
Leila Abreu/2005
Nenhum comentário:
Postar um comentário